Zeladoria urbana pelo WhatsApp: buraco, iluminação pública e lixo sem fila
Buraco na rua, lâmpada queimada, entulho na calçada, mato alto no terreno baldio: a maior parte do que o morador pede à prefeitura é zeladoria. São pedidos simples, mas chegam aos montes, por ligação, balcão, rede social e no celular do vereador. Organizar esse fluxo é o ganho mais rápido que uma prefeitura consegue.
Por que a zeladoria trava
O pedido chega sem endereço preciso, cai com quem não resolve e ninguém sabe se já foi atendido. O morador liga de novo, a equipe de campo recebe o mesmo buraco três vezes e o secretário não tem como dizer quantos pedidos estão parados.
Endereço e ponto de referência primeiro
Para a equipe de campo, o que importa é achar o lugar. Rua, número, bairro e um ponto de referência ("em frente à escola", "perto da ponte") resolvem a maioria dos casos, inclusive em distrito e zona rural.
Cada tipo de pedido tem dono
Iluminação e pavimentação costumam ficar com Obras; lixo, entulho e poda com Meio Ambiente ou Serviços Urbanos. Com essa tabela definida, o pedido vai direto para quem executa, sem passar por várias mesas.
Prazo por tipo de serviço
Trocar uma lâmpada e recapear uma rua não cabem no mesmo prazo. Definir um prazo realista para cada tipo, contado em horas úteis, mostra ao gestor o que está atrasado de verdade.
Avisar quando o serviço for feito
A mensagem "seu pedido foi resolvido" fecha o ciclo. O morador sabe que foi ouvido, e a prefeitura evita que a cobrança vá parar na rede social.
Onde o Civix entra
No Civix, o morador manda a mensagem no WhatsApp da prefeitura, informa o que aconteceu e onde, e recebe o protocolo na hora. A triagem encaminha para a secretaria responsável com o prazo definido, e o morador é avisado a cada mudança de situação.
Veja como funciona ou o guia completo de atendimento pelo WhatsApp.